Quando um site trouxer termos como Syndicate, RSS, Atom, XML e outras sopas de letrinha não se assuste: ele só está querendo oferecer novas formas de acessar seu conteúdo.
Todo site tem duas partes distintas: a informação e a apresentação. No caso específico de um blog temos os posts e o template. Nós, humanos evoluídos e inteligentes, conseguimos facilmente diferenciar uma coisa de outra quando lemos um site. Mas para um computador que lê o HTML bruto é praticamente impossível saber qual HTML é do conteúdo e qual é a decoração do site. Por isso é difícil para um programa ser capaz de diferenciar quando um site foi atualizado de quando, por exemplo, um banner de propaganda ou um contador de vistas e comentários foram alterados.
Por essas e outras dificuldades (várias outras que não nos interessam muito neste texto) inventaram o formato RSS que é, basicamente, um arquivo texto (XML) organizado de maneira a informar as últimas atualizações no conteúdo e apenas no conteúdo de um site.
Desse modo programas diversos podem acessar esses arquivos e descobrir quando um site tem conteúdo novo. É aquele velho conceito de push dos primórdios da Internet mas que, na época, não pegou por ser burocrático demais. (e por causa das lentas conexões discadas)
Desde a invenção do RSS apareceram outros formatos e maneiras de acessar o conteúdo de um site, como o RSS 2.0 e o Atom. Todos eles — no que diz respeito ao usuário final — fazem basicamente a mesma coisa. Há quem prefira um ou outro e praticamente todos os programas aceitam mais de um formato. O nome genérico desse mecanismo é feed: uma maneira simples de outros programas (incluindo aí outros sites) usarem o conteúdo do seu site.




